I am just a poor boy and my storys seldom told
Ive squandered my resistance for a pocketful of mumbles, such are promises
All lies and jest, still the man hears what he wants to hear
And disregards the rest, hmmmm
When I left my home and my family, I was no more than a boy
In the company of strangers
In the quiet of the railway station, runnin scared
Laying low, seeking out the poorer quarters, where the ragged people go
Looking for the places only they would know
Li la li…
Asking only workmans wages, I come lookin for a job, but I get no offers
Just a comeon from the whores on 7th avenue
I do declare, there were times when I was so lonesome
I took some comfort there
Now the years are rolling by me, they are rockin even me
I am older than I once was, and younger than Ill be, thats not unusual
No it isnt strange, after changes upon changes, we are more or less the same
After changes we are more or less the same
Li la li…
And Im laying out my winter clothes, wishing I was gone, goin home
Where the new york city winters arent bleedin me, leadin me to go home
In the clearing stands a boxer, and a fighter by his trade
And he carries the reminders of every glove that laid him down or cut him
til he cried out in his anger and his shame
I am leaving, I am leaving, but the fighter still remains
Yes he still remains
…juro solenemente cumprir fielmente as funções de presidente dos Estados Unidos e, na medida de minhas possibilidades, salvaguardar, proteger e defender a Constituição Estados Unidos.
“Crise financeira, crise económica, crise política, crise religiosa, crise ambiental, crise energética, se não as enumerei a todas, creio ter enunciado as principais. Faltou uma, principalíssima em minha opinião. Refiro-me à crise moral que arrasa o mundo e dela me permitirei dar alguns exemplos. Crise moral é a que está padecendo o governo israelita, doutra maneira não seria possível entender a crueldade do seu procedimento em Gaza, crise moral é a que vem infectando as mentes dos governantes ucranianos e russos condenando, sem remorsos, meio continente a morrer de frio, crise moral é a da União Europeia, incapaz de elaborar e pôr em acção uma política externa coerente e fiel a uns quantos princípios éticos básicos, crise moral é a que sofrem as pessoas que se aproveitaram dos benefícios corruptores de um capitalismo delinquente e agora se queixam de um desastre que deveriam ter previsto. São apenas alguns exemplos. Sei muito bem que falar de moral e moralidade nos tempos que correm é prestar-se à irrisão dos cínicos, dos oportunistas e dos simplesmente espertos. Mas o que disse está dito, certo de que estas palavras algum fundamento hão-de ter. Meta cada um a mão na consciência e diga o que lá encontrou.”
Acabo de ver uma cena que teve em mim o efeito de um daqueles inesperados tapas estalados de filmes pastelão… Uma cachorrinha… idade indizível, como cabe a qualquer vira-latas. Prenha, padecia duma dor qualquer em plena rua… E gemia… e arfava… e tinha aquele olhar suplicante que cães tem e pro qual eu não posso olhar muito… E veio a impotência de vê-la assim, e de imaginar tantas outras iguais a ela, no meio das ruas do mundo, sem amparo ou alento.
O que eu fiz? Eu passei, no esforço enorme de aparentar a indiferença que via nos outros rostos que também passavam, e deixei-a com sua dor. E o fato de notar que o coração ainda não está tão empedernido quanto eu pensava vai fazer deste um daqueles dias difíceis de terminar.
“Não sei se é um dever sacrificar a felicidade e a vida pela verdade… Mas sei que é um dever, quando se quer ensinar a verdade, ensiná-la toda, ou então de jeito nenhum; ensiná-la claramente e sem rodeios, sem mistérios, sem reservas, sem desconfiar de sua força e da sua utilidade… Pois quanto mais grosseiro o erro, tanto mais curto e direto o caminho que conduz à verdade; em contrapartida, o erro refinado pode manter-nos eternamente afastados da verdade, tão difícil nos é reconhecê-lo como erro… Aquele que só pensa em vender a verdade sob toda espécie de máscaras e artifícios bem poderia ser seu rufião, nunca seu amante.”
Rosa de Luxemburgo, em um discurso no congresso de fundação do Partido Comunista Alemão (30 de Dezembro de 1918 a 1° de Janeiro de 1919)
Linus Torvalds tinha somente 21 anos quando mudou o mundo. Trabalhando do apartamento de sua família em Helsinki, em 1991, ele acabou por escrever o kernel de um novo Sistema Operacional de computadores chamado Linux, que ele acabou por disponibilizar gratuitamente na Internet – ao tempo em que convidava qualquer um interessado em ajudá-lo a melhorar seu código.
Hoje, 15 anos depois, o Linux está em tudo; de supercomputadores a celulares mundo afora. E Linus acabou ficando famoso como o padrinho do movimento opensource, em que o código do software é compartilhado e desenvolvido dentro de uma filosofia de esforço colaborativo ao invés de ser mantido fechado por um único dono.
Alguns dos simpatizantes de Torvalds o pintam como um tipo de “anti Bill Gates”, ainda que o significado do Linux seja bem maior que apenas uma bofetada na Microsoft. A colaboração em tecnologias mais essenciais pode levar a uma enorme redução de custos, liberando dinheiro para investimentos mais inovadores em outros setores. Torvalds continua a acompanhar de perto a evolução do Linux, e acabou ganhando algum dinheiro com opções de ações cedidas como cortesia por duas empresas que negociam com aplicações comerciais para Linux.
Mas seu sucesso não é medido apenas em dólares. Há um asteróide com seu nome, bem como um Festival Geek anual de Software. Os pais de Torvalds foram estudantes ativistas na década de 60, e seu pai chegou a estudar por 1 ano em Moscou. Mas foi seu filho que acabou por tornar-se um revolucionário…
O texto, cujo original pode ser encontrado aqui, está livremente traduzido por mim.